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Home Nutrição

Alimentos bons para a menopausa: opções que aliviam sintomas, como consumir e cuidados necessários

por Evandro Marques
11 de dezembro de 2025
em Nutrição
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Menopausa (imagem: Canva)

Menopausa (imagem: Canva)

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A menopausa representa uma fase significativa na vida da mulher, marcada pela redução natural da produção de hormônios como estrogênio e progesterona. Esse processo gera alterações físicas e emocionais, incluindo ondas de calor, irritabilidade, dificuldade para dormir, ressecamento da pele e alterações no metabolismo. Nesse período, escolher alimentos bons para a menopausa pode fazer grande diferença no bem-estar e na qualidade de vida, ajudando a equilibrar hormônios, melhorar o sono e controlar o peso.

A alimentação é uma das estratégias mais acessíveis e eficazes para amenizar os desconfortos característicos dessa fase. Além de oferecer nutrientes essenciais, alguns alimentos possuem compostos bioativos capazes de imitar parcialmente a ação hormonal ou melhorar funções orgânicas que ficam comprometidas. Entretanto, mesmo alimentos benéficos podem exigir cuidado em casos específicos, especialmente quando a pessoa apresenta doenças pré-existentes ou faz uso contínuo de medicamentos.

Alimentos bons para a menopausa

Soja e seus derivados: fonte natural de fitoestrógenos

A soja é um dos alimentos mais recomendados para mulheres na menopausa devido à presença de isoflavonas, compostos vegetais que atuam como fitoestrógenos, exercendo efeito semelhante ao estrogênio produzido pelo corpo. Essas substâncias ajudam a reduzir ondas de calor, melhorar a lubrificação vaginal e favorecer a saúde óssea.

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Formas comuns de consumo incluem tofu, leite de soja, edamame, missô e proteína texturizada. Para obter efeitos consistentes, o ideal é consumir pequenas porções diariamente, como 1 copo de leite de soja no café da manhã ou tofu no almoço. É importante manter a regularidade, já que os benefícios aparecem com o consumo contínuo.

Cuidados ao consumir soja

Apesar dos benefícios, mulheres com histórico de câncer de mama hormônio-dependente devem consultar um médico antes de incluir grandes quantidades de soja na dieta. Isso porque, embora os estudos tendam a apontar segurança, cada caso exige acompanhamento individualizado. Além disso, pessoas com hipotireoidismo devem evitar consumir soja junto às medicações, pois pode interferir na absorção de hormônios tireoidianos.

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Para quem não apresenta contraindicações, a soja é um excelente aliado. A recomendação geral é inserir o alimento de forma variada, evitando exageros e priorizando preparações naturais ao invés de produtos ultraprocessados feitos com soja industrializada.

Sementes ricas em lignanas: linhaça, chia e gergelim

As sementes são fontes valiosas de fibras, ômega 3 e lignanas, compostos que também se comportam como fitoestrógenos. Entre todas, a linhaça é uma das mais pesquisadas por sua capacidade de reduzir ondas de calor e melhorar a saúde intestinal, frequentemente prejudicada durante a menopausa.

A chia e o gergelim complementam esse grupo, oferecendo minerais como cálcio, magnésio e potássio, importantes para evitar câimbras, irritabilidade, retenção de líquidos e enfraquecimento dos ossos. Uma combinação simples é adicionar uma colher de sopa de qualquer uma dessas sementes ao iogurte, vitamina, frutas ou saladas.

Como consumir corretamente

No caso da linhaça, a versão moída é mais eficaz, já que facilita a absorção dos nutrientes. A semente inteira passa pelo intestino sem ser devidamente aproveitada. Já a chia pode ser hidratada antes do consumo, formando um gel que melhora o trânsito intestinal e prolonga a sensação de saciedade.

Pessoas com problemas gastrointestinais, como diverticulite, devem conversar com um nutricionista antes de consumir sementes em grandes quantidades, especialmente se houver crises agudas, pois o excesso de fibras pode piorar sintomas.

Peixes gordurosos: aliados contra a inflamação e o colesterol

Peixes como salmão, sardinha, atum e cavalinha são ricos em ômega 3, um tipo de gordura saudável que ajuda a reduzir inflamações, proteger o coração e melhorar a função cognitiva. Durante a menopausa, esses benefícios são fundamentais, já que há maior risco de doenças cardiovasculares e alterações emocionais.

A recomendação é consumir esses peixes de duas a três vezes por semana. Para quem não gosta do sabor, há alternativas como preparar marinadas com ervas e limão ou incluir a sardinha em receitas de patês e saladas.

Cuidados no consumo de peixes

Alguns tipos de peixe podem conter altos níveis de mercúrio, como tubarão e peixe-espada. Portanto, devem ser evitados. Gestantes em menopausa tardia, mulheres com doenças hepáticas e pessoas alérgicas precisam de orientação profissional antes de adotar suplementos de ômega 3.

Para quem não consome peixe, é possível obter ômega 3 de fontes vegetais como linhaça e chia, embora em menor concentração. Nesse caso, acompanhando individualizado pode indicar a necessidade de suplementação.

Frutas antioxidantes e fontes de vitaminas essenciais

As frutas são essenciais para quem deseja aliviar sintomas, melhorar o humor e fortalecer o sistema imunológico durante a menopausa. Opções ricas em vitamina C como laranja, kiwi, acerola e morango ajudam na produção de colágeno, melhoram a pele e fortalecem a imunidade.

Frutas roxas — como amora, uva, mirtilo e jabuticaba — são ricas em antioxidantes que combatem radicais livres e ajudam a proteger o cérebro. O consumo frequente pode melhorar o foco, reduzir irritabilidade e contribuir para a qualidade do sono.

Formas ideais de consumo

Frutas podem ser ingeridas frescas, em saladas, smoothies ou acompanhadas de sementes e iogurtes. O ideal é consumir três a quatro porções por dia para garantir variedade de nutrientes.

No entanto, pessoas com diabetes precisam monitorar a ingestão de frutas mais doces, como manga e uva. A opção é consumi-las em pequenas quantidades e sempre junto de fibras ou proteínas para evitar picos de glicemia.

Vegetais verde-escuros: cálcio, ferro e magnésio

Folhas como espinafre, rúcula, couve e agrião são ricas em vitaminas e minerais essenciais para o período da menopausa. O cálcio ajuda na manutenção dos ossos, o ferro previne anemia e o magnésio contribui para o relaxamento muscular, melhora do sono e redução da irritabilidade.

Esses vegetais também possuem fibras que auxiliam o funcionamento intestinal, além de contribuírem para o controle do peso — um dos desafios mais comuns entre mulheres nessa fase da vida.

Dicas de preparo e cuidados

Para aproveitar melhor os nutrientes, é indicado variar entre folhas cruas e refogadas. O cozimento rápido ajuda a concentrar o ferro no alimento. O consumo diário é recomendado.

Pessoas com predisposição a cálculos renais devem moderar a ingestão de folhas muito ricas em oxalatos, como o espinafre. Nesses casos, consultar um nutricionista pode evitar complicações.

Cereais integrais e leguminosas

Alimentos como aveia, quinoa, feijão, lentilha e grão-de-bico são excelentes para regular hormônios, controlar a saciedade e promover energia constante ao longo do dia. A aveia se destaca por conter beta-glucanas, fibras que reduzem o colesterol e ajudam no equilíbrio glicêmico.

Leguminosas são fontes de proteínas vegetais e aminoácidos essenciais para o corpo. Seu consumo frequente reduz compulsão alimentar e auxilia no controle do peso, contribuindo para bem-estar geral durante a menopausa.

Como consumir

A aveia pode ser usada em mingaus, vitaminas ou como cobertura de frutas. A quinoa substitui arroz em refeições diurnas e aumenta o aporte proteico. Já feijão e lentilha podem ser combinados com vegetais e carnes magras.

Atenção a quem possui síndrome do intestino irritável: leguminosas podem causar desconforto, exigindo preparo adequado, como remolho prolongado.

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